Opinião
o futuro pertencerá às organizações que nunca esquecerem que, por detrás de cada decisão, de cada marca, de cada inovação e de cada conquista, haverá sempre pessoas
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Tal como acontece na natureza, também nos mercados não sobrevivem necessariamente os maiores, os mais antigos ou os mais eficientes. Sobrevivem aqueles que conseguem interpretar primeiro os sinais da mudança e que possuem a coragem, a disciplina ...
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Num mundo em que a inteligência artificial tenderá a tornar todos mais eficientes, a verdadeira diferença continuará a pertencer àqueles que conseguirem permanecer profundamente humanos.
Opinião
O contexto é estratégia. As organizações que compreenderem esta realidade terão maior capacidade para antecipar tendências, identificar oportunidades e construir relevância duradoura. As restantes continuarão a reagir aos acontecimentos depois de ele
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Durante décadas medimos o progresso pela velocidade a que conseguíamos fazer as coisas. Talvez tenha chegado o momento de começar a medi-lo pela qualidade do tempo que conseguimos proporcionar às pessoas.
Opinião
O consumidor permanece sensível ao preço, mas continua igualmente atento à qualidade, à conveniência, à confiança, à inovação e à experiência proporcionada pelos produtos e serviços que escolhe.
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A tecnologia continuará a acelerar processos, a automatizar tarefas e a expandir capacidades. Mas continuará a ser através das palavras que construiremos confiança, transmitiremos conhecimento, mobilizaremos pessoas e imaginaremos o futuro.
Opinião
Saímos deste Congresso com a convicção reforçada de que as marcas continuarão a desempenhar um papel central na construção desse futuro.
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O que dizem as marcas?
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Porque o futuro não pertencerá necessariamente aos mais rápidos. Pertencerá aos que conseguirem manter ambição, inovação e competitividade sem perder aquilo que verdadeiramente diferencia organizações, marcas e sociedades sustentáveis...
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A economia da longevidade não é um exercício meramente teórico: é já hoje um terreno fértil para o crescimento do país e para a afirmação de Portugal como referência numa Europa que envelhece, mas que não esmorece.
Opinião
Pegando no mote do III Congresso das Marcas, ‘Co.Criar o Futuro’, nunca é demais lembrar que, independentemente dos desafios do presente, cabe-nos a todos, em conjunto, acompanhar tendências, olhar à volta, mobilizar os outros, fazer diferente...