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DAY AFTER & O NOVO DIGITAL - Do produto ao consumo

Tradicionalmente, o sector FMCG é dos mais 'conservadores' na aceleração da transferência do 'convencional' para o digital, por razões que tanto incidem no consumidor como no retalhista.

Do lado do consumidor pode existir resistência na compra digital - em especial de produtos não embalados - ou uma menor 'necessidade' de compra online dos consumidores mais 'digitalizados' como consequência, por exemplo, da elevada densidade da malha de lojas, em especial no tecido urbano; enquanto os retalhistas vêm na operação digital uma rentabilidade baixa (ou mesmo negativa) em especial pela dificuldade de repassar os custos de operação e entrega ao consumidor.

No entanto, esta crise pode ter sido o trigger para uma alteração comportamental importante do lado do consumidor, o que irá exigir respostas do lado de retalhistas, mas também de fornecedores e marcas.

Programa

9:30h | ABERTURA
Pedro Pimentel (Centromarca)

9:35h | UM NOVO DIGITAL A NÍVEL DO CONSUMO?
Carlos Cotos (Kantar)

10:30 | UM NOVO DIGITAL A NÍVEL DAS OPERAÇÕES?
André Pires de Carvalho (Bain & Company)

10:30 | UM NOVO DIGITAL A NÍVEL DE PRODUTO E RETALHO?
Pedro Miguel Silva (Deloitte)

10:50h | ENCERRAMENTO
Nuno Fernandes Thomaz (Centromarca)

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